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sábado, 4 de fevereiro de 2017

Uma espécie de Wishlist #1

Apesar do tempo para ler ser muito (muito!) curto, a vontade de fazer crescer a minha estante continua.

Aqui estão alguns dos livros que eu não me importava nadinha de ter a morar cá em casa.


  O Corpo em que Nasci de Guadalupe Nettel
  A Avó e a Neve Russa de João Reis


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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Papillon na Cozinha // Tarte de Framboesa

Publicado originalmente a 24 de Setembro de 2014
Olá a todos!

Hoje venho mostrar-vos uma sobremesa que fiz recentemente, num convívio familiar.
Como todos gostaram e me pediram a receita, resolvi partilha-la aqui também.

Vamos lá então!

Ingredientes

Para a massa:
 200 gr de bolacha de água e sal,
 35 gr de açúcar em pó,
 100 gr de manteiga,
 20 gr de leite.

Para o recheio:
 500 gr de framboesas,
 150 gr de açúcar,
 1 lima (sumo e raspa),
 3 saquetas de Cuajada (Comprei da Royal®),
 400 gr de natas (com 35% de gordura, bem frias)
 Frutos vermelhos q.b. para guarnecer
 Açúcar em pó q.b. para polvilhar


Preparação

Para a massa:
 Para quem tem Bimby, pulverizar o açúcar 10 seg na Vel. 9. Caso contrário, medir 35 gr de açúcar em pó.
 De seguida, misturar o leite e a manteiga amolecida e amassar bem (Para que tem Bimby, 15 seg / Vel. 6)
 Forrar uniformemente o fundo de uma tarteira de fundo amovível e colocar no frigorifico.

Para o recheio:
 Misturar as framboesas juntamente com a raspa e o sumo da lima e levar ao lume por aproximadamente 15 minutos (Para quem tem Bimby: 15 min / 100º / Vel. 1)
   Adicionar a Cuajada e triturar com varinha mágica (Para quem tem Bimby: 20 seg / Vel 6)
  Deixar arrefecer por aproximadamente 30 minutos, mexendo de vez em quando.
 Bater as natas até ficarem firmes (Para quem tem Bimby: Inserir a borboleta no copo limpo e bater na Vel 3, até ficarem firmes)
 Adicionar a mistura de framboesas e envolver nas natas (Para quem tem Bimby: 15 seg / Vel 2.5)
 Colocar a mistura sobre a massa e levar ao frigorífico até ganhar consistência.
 No momento de servir, decorar com os frutos silvestres e polvilhar com açúcar em pó.

E foi isto!
Foi a primeira vez que fiz esta receita e gostei bastante do resultado final. Não fica exageradamente doce e é uma sobremesa diferente do habitual!

Espero que tenham gostado e, se experimentarem a receita, dêem o vosso feedback!

Um grande beijinho e até à próxima


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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Papillon Viaja // Roteiro de Viagem – Barcelona (Parte 2 – Locais a Visitar)

Publicado originalmente a 15 de Abril de 2015

Olá a todos!
Espero que se encontrem bem!

Depois de vos ter falado aqui das Considerações Gerais da minha viagem a Barcelona, venho hoje falar-vos dos locais que visitei.

A vida cultural da cidade é riquíssima e em todo o lado se encontram museus, que nos apresentam desde múmias egípcias a obras de arte contemporânea.

Apesar de adorar visitar museus, confesso que o meu maior interesse nesta cidade eram as obras de Antoni Gaudí – arquitecto que viveu e trabalhou em Barcelona – bem como a zona do Bairro Gótico, por clara sugestão dos livros de Carlos Ruiz Zafón.

Para me conseguir organizar melhor, vou falar-vos dos locais que visitei pela ordem de visita. Não quer dizer que seja a melhor forma de conhecer a cidade, mas foi como nos organizamos.

Vamos lá?

Parque Güell
O Parque Güell é um grande parque urbano, situado no distrito de Gràcia. Inicialmente destinado a ser uma urbanização, foi concebido pelo arquitecto Antoni Gaudí, por encomenda do empresário Eusebi Güell.
Construído entre 1900 e 1914, revelou-se um fracasso comercial e foi vendido ao Município de Barcelona em 1922, tendo sido inaugurado como parque público em 1926.
Em 1969 foi nomeado Monumento Histórico Artístico de Espanha, e em 1984 foi classificado pela UNESCO como Património da Humanidade.
No recinto do parque, numa casa onde Gaudí morou durante quase vinte anos, funciona desde 1963 a Casa-Museu Gaudí, cujo acervo inclui objectos pessoais e obras de Gaudí.
A entrada no Parque fica por 8€, custando a entrada na Casa-Museu Gaudí 5,5€


La Pedrera / Casa Milà
A Casa Milà, também conhecida como La Pedrera, é um edifício também desenhado por Antoni Gaudí e construída entre os anos 1905 e 1907, por encomenda de Pere Milà i Camps e sua esposa Roser Segimon.
Está situada no Passeig de Gràcia e, na época, foi uma obra muito controversa por causa da fachada de pedra ondulante e varandas de ferro forjado projectadas por Josep Maria Jujol.
Os habitantes da cidade da altura consideravam-no feio, daí a alcunha de ‘pedreira’.
Actualmente é parte do Património mundial da UNESCO, juntamente com outras obras de Antoni Gaudí.
O edifício não possui quaisquer linhas rectas, podendo ser considerado mais uma escultura do que um edifício convencional.
A entrada em La Pedrera custa 20,50€ e inclui áudio-guia.


Casa Batlló
Descendo o Passeig de Gràcia – a cerca de 500 m da Casa Milà – deparamo-nos depois com a Casa Batlló.
A Casa Batlló, foi construída inicialmente no período 1875 a 1877, sendo posteriormente – em 1900 – adquirida pelo rico industrial Josep Batlló.
Nessa altura, o arquitecto Antoni Gaudí foi contratado pelo proprietário para projectar um novo edifício para o local, demolindo o existente. No entanto, por sugestão do arquitecto, o proprietário mudou de ideias e optou por uma reforma e remodelação, executada no período de 1904 a 1906.
A fachada principal tem uma composição de mosaicos coloridos, balcões com formas orgânicas, uma grande tribuna com pilares que lembram ossos humanos e, coroando a composição, o telhado ondulado com escamas que lembram um enorme dragão.
Dentro do edifício todos os detalhes são muito minuciosos, desde maçanetas de porta a rebaixamentos de tecto, tendo os movimentos dos oceanos como inspiração.
A entrada na Casa Batlló custa 21,50€ e inclui áudio-guia.


La Rambla
Continuando a descer o Passeig de Gràcia, chegamos à Plaça de Catalunya, onde encontramos o El Corte Inglés e o Hard Rock Café (onde se come muito bem, diga-se de passagem).
Continuando a descer em direcção ao Mirador de Colom, atravessamos Las Ramblas.
Nesta avenida são encontrados quiosques de flores, cafetarias, restaurantes e lojas comerciais.
Além disso, passeando pela Rambla, podem admirar-se vários edifícios de interesse, como o Palau de la Virreina, o Grande Teatro do Liceu e o sobejamente conhecido Mercado da La Boqueria.
A Rambla termina junto ao Porto Velho, onde o Mirador de Colom aponta para o mar.


El Bosc De Les Fades

Mesmo a chegar ao Mirador de Colom numa rua à esquerda (quando virados para o mar) encontramos o Museu de Cera.
Aí, numa ruelazinha encontramos uma porta de madeira, discreta, com um quadro a anunciar El Bosc De Les Fades. Entramos! E recomendo que todos entrem!
El Bosc De Les Fades é um pequeno um pequeno ‘café de fadas’, com uma pequena floresta onde podemos (literalmente) tomar um cafézinho por baixo de árvores e ao lado de fontes de água.
Percebi depois que também se pode aceder a este café através de uma loja Passage Del Temps – mesmo em frente ao Museu de Cera.


Bairro Gótico

O Bairro Gótico – Barri Gòtic – é um dos quatro bairros que formam o distrito da Ciutat Vella e conserva a arquitectura típica do estilo gótico. É o núcleo mais antigo da cidade e seu centro histórico.
A minha vontade de visitar esta parte da cidade veio claramente das referências de Zafón, e fui completamente seduzida pelo seu ar romântico e misterioso.


Catedral de Santa Eulália

A Catedral de Santa Eulália Foi erguida entre os séculos XIII e XV e é também conhecida como Catedral de Barcelona. Está localizada na praça Pla de la Seu, e como o próprio nome diz, está dedicada a Santa Eulália, padroeira da cidade. É a Catedral mais importante de Barcelona e símbolo do Bairro Gótico.
Aparentemente a entrada é gratuita da parte da manhã (excepto aos Domingos) mas, como fomos durante a tarde a entrada ficou por 7€.


Passadiço da Carrer Bisbe

Este passadiço de estilo gótico foi construído em 1928 por um seguidor de Antoni Gaudi e liga o edifício do Palau de la Generalitat e a Casa del Canonges.
Segundo a história, muitas dessas pontes eram construídas no sentido de permitir que as pessoas importantes e de classes mais altas não se misturassem com as pessoas da rua.
O passadiço é um dos pontos turísticos do Bairro Gótico e era algo que eu queria muito ver. Adivinham porquê?


Templo Expiatório da Sagrada Família

Templo Expiatório da Sagrada Família é uma monumental igreja de Barcelona, iniciado em Março de 1882 pelo arquitecto diocesano Francisco de Paula del Villar e continuada, a partir do ano seguinte, pelo arquitecto Antoni Gaudí. Esta foi uma obra com que Gaudí se ocupou até sua morte, em 1926.
Desde então, vários arquitectos continuaram o trabalho seguindo a ideia e os esboços originais.
Desde o início da sua construção – há mais de 133 anos – a obra sempre foi desenvolvida a partir de doações. Por isso, e como afirmou Gaudí, ‘A Sagrada Família é feita por pessoas e  espelha um trabalho que está nas mãos de Deus e na vontade do povo’.
A construção continua – lentamente – e o seu término está previsto para até 2020 (Será?).
A entrada no Templo Expiatório da Sagrada Família custa 15€, a subida às torres fica por 4,5€ e, o áudio-guia (não incluído) pode ser alugado por 4,5€.

Dica de ouro: Comprem as entradas para a Sagrada família online! Eles não vendem bilhetes de entrada com antecedência (só podem comprar para o próprio dia e as filas são enormes), pelo que compensa comprarem previamente, online
Tivemos a sorte de ir para a fila às 8h (que sorte!) comprar entrada para as 9h. No entanto, a maioria da pessoas que compra de manhã – depois de horas na fila –só consegue entrada a partir das 12h30. E sim, a entrada é com hora marcada, bem como a subida às torres. Por  esta razão, recomendo que comprem os bilhetes para a subida às torres para cerca de 30 minutos depois da hora de entrada.


❤ Montjuïc

Montjuïc é uma colina situada na zona sudoeste da cidade – no bairro de Sants – e oferece uma infinidade de áreas verdes e jardins, atracções culturais, centros desportivos e locais olímpicos.

Montjuïc também é o lar de museus, acolhendo a Fundació Miró, o Museu d'Arqueologia, o Museu Etnològic e o Museu Nacional d'Art de Catalunya-MNAC, estando este último alojado no Palau Nacional.

A Fonte Mágica é outro local de interesse a visitar em Barcelona e tenho pena de não ter podido visitá-la de noite. Deve ser lindíssima!


Castelo de Montjuïc

Castelo de Montjuïc é uma antiga fortaleza militar e está situado no cume da montanha de Montjuic.
A entrada no Castelo custa 3€.

Outras informações

♥ Os monumentos e museus são caros?
São, como puderam ver pelos preços que referi basta visitarem as 3 principais obras de Gaudí (Casa Milà + Batlló + Sagrada Família s/ áudio-guia) para gastarem facilmente 60€.
Valem a pena? Valem! Para quem aprecia museus e para quem aprecia arquitectura valem sim!

Apesar de nesta viagem não ter visitado verdadeiramente museus (pintura, escultura, etc…) vi que existem cartões de desconto – como o Barcelona Museum Pass – que podem valer a pena!

Existe ainda o Barcelona Card que, além de incluir a entrada gratuita num vasto leque de museus, oferece pequenos descontos na compra de bilhete para outros locais e serviços, incluindo transportes.

Fazendo as contas, e atendendo aos locais que queria visitar, não achei que compensasse (para mim!) adquirir nenhum destes cartões. No entanto, e para quem quer visitar sobretudo museus, esta pode ser uma excelente dica.

E foi isto!
Espero que tenham gostado do post e, caso tenham mais dicas ou sugestões sobre a cidade ou sobre viagens, deixem nos comentários que eu vou adorar saber!
Um grande Beijinho e até à próxima!


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terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Papillon Viaja // Roteiro de Viagem – Barcelona (Parte 1 - Considerações Gerais)

Publicado originalmente a 15 de Abril de 2015

Olá a todos!
Espero que se encontrem bem!

Hoje venho falar-vos um pouco da minha viagem a Barcelona, uma vez que me foi pedido que desse algumas dicas de sítios a visitar bem como conselhos gerais para a viagem.

Para o post não ficar muito longo, optei por vos falar hoje das considerações gerais e, na parte 2, dos locais a visitar.
Espero que gostem!

❤ Considerações Gerais

Antes de viajar importa atender ao clima do local para o qual vão viajar. Costumo consultar o Accuweather.com para ir mais bem preparada para as férias.

Além de pensar nas roupas, importa também pensar no calçado porque, para quem, como eu, gosta de andar muito a pé e passear muito, um calçado confortável é essencial.

Como sabem, a moeda usada em Espanha é o Euro, pelo que não tive que me preocupar com câmbios de moeda. Os cartões multibanco são aceites em todo o lado e não se pagam taxas pela sua utilização.

❤ Avião e transportes

Marquei a viagem pela Ryanair, fazendo o voo Porto - El Prat. Saí de de Portugal às 6h do dia 5 de Abril e regressei às 22h30 (locais) do dia 8, pelo que deu para aproveitar muito quer o dia de ida, quer o de regresso.

Do aeroporto de El Prat saem, a cada 5 minutos, autocarros da Aerobus que nos deixam no centrozinho da cidade – na Plaça d’Espanya ou Plaça Catalunya – custando a viagem de ida e volta cerca de 10€.
A viagem dura cerca de 20 minutos.

Em cada uma destas praças, saem linhas de metro que vos deixam onde quiserem!

❤ Transportes na Cidade

A rede de metro de Barcelona é super bem organizada, e facilmente se chega aos principais pontos da cidade.

Existem várias modalidades de pagamento mas, a que me pareceu mais proveitosa – na nossa situação – foi a senha de 10 viagens que custa 9,95€. A viagem em si não tem limite de tempo ou distância, podendo-se fazer todos os transbordos necessários (até atravessar a cidade se quisermos!).
A viagem só se esgota se sairmos da estação e tivermos que voltar a entrar. A partir do momento em que entramos numa estação, podemos aceder a todas as outras estações, sem sair da linha contando, portanto, uma só viagem

(Isto pode parecer óbvio para muita gente mas, quem conhece a Linha de Metro do Porto, vai entender-me…)

Existem outras modalidades de viagem, como o Barcelona Travel Card  (para 2, 3, 4 ou 5 dias ) – mas acaba por ficar mais caro.
No total das mini-férias usei 11 viagens (o cartão de 10 viagens + 1 singular, por 2,15€) pelo que compensou comprar desta forma.

Acessos a Montjuïc

Além das linhas do metro, podemos ainda usar estas viagens para andar no Funicular de Montjuïc.

No entanto, para andar no Telefèric de Montjuïc (desde o final do Funicular, até ao topo da colina) o bilhete do metro não é valido.
Ai teremos que comprar um bilhete especifico que fica por 7,80 € a viagem única e 11.50 € o bilhete de ida e volta.

❤ Estadia

Fiquei hospedada no Hotel Confortel Bel-Art – que fica a cerca de 7-8 minutos a pé da Sagrada Família – tendo uma paragem de metro bem perto (5 minutos a pé).
O quarto em que ficamos era pequeno, no entanto aconchegante e confortável, servindo perfeitamente para o tempo de estadia.
Além disso, o hotel disponibiliza wi-fi gratuita.

Ficamos hospedados apenas com regime de estadia, uma vez que preferimos tomar o pequeno-almoço na rua (em todo o lado existem Starbucks, Dunkin’ Donuts, cafezinhos e padarias…)

❤ Comida e compras

Confesso que nestas mini-férias ignorei completamente a dieta (nas férias, tem que ser, não é?).
Fartei-me de comer bem e por todo o lado existem restaurantes com as típicas tapas. Fiquei ainda surpreendida pela grande quantidade de gelatarias e restaurantes italianos que se encontram pela cidade.

Outro sítio muito característico para se comer bem é o Mercado de La Boqueria. Além de mercadinho – onde se vende carne, fruta, legumes, Jamón… – ainda encontramos tendinhas onde vendem pratos já feitos (Paella, Wrap’s, Burritos, empadas…) e os conhecidíssimos sumos de fruta!
Deliciei-me!


Quanto a compras, confesso que não despendi muito tempo em compras – não foi com esse intuito que visitei a cidade – mas, obviamente, não podia deixar de passar pelo Passeig de Gràcia (onde encontramos lojas como Prada, Lacoste, Tommy Hilfiger, Mango...) e pela conhecidíssima La Rambla!
Além disso, na Plaça Catalunya encontramos o famoso El Corte Inglés.

Espero que tenham gostado do post e não se esqueçam de acompanhar a continuação  – locais a visitar – na parte 2!
Um grande Beijinho e até à próxima!


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sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

12 Livros Para 2017

Olá a todos!
Espero que se encontrem bem!

O Ano Novo arrancou e, com ele, começam a surgir as primeiras metas de leitura.

Como referi no post anterior, para 2017 tenho metas bem mais modestas, mais contidas, e sobretudo mais de acordo com a minha condição de trabalhadora-estudante-dona-de-casa.

Assim, decidi escolher apenas um livro para casa mês… Sim, 12 livros para 2017.
Para não ser assim tão simples, alguns dos livros são pequenos tijolinhos, mas também, se assim não fosse, não haveria qualquer tipo de desafio.

Vamos à lista?

Janeiro - Em Busca do Tempo Perdido - Volume 1: Do Lado de Swann (Marcel Proust)
Fevereiro – Em Busca do Tempo Perdido – Volume 2: À Sombra das Raparigas em Flor (Marcel Proust)
Março – Em Busca do Tempo Perdido – Volume 3: O Lado de Guermantes (Marcel Proust)
Abril – Em Busca do Tempo Perdido – Volume 4: Sodoma e Gomorra (Marcel Proust)
Maio – Em Busca do Tempo Perdido – Volume 5: A Prisioneira (Marcel Proust)
Junho – Em Busca do Tempo Perdido –  Volume 6: A Fugitiva (Marcel Proust)
Julho – Em Busca do Tempo Perdido – Volume 7: O Tempo Reencontrado (Marcel Proust). E sim, vou passar meio ano a ler Proust! Como sei que até esta altura estarei em estágio (além de continuar a trabalhar, estudar, cuidar da casa, do marido, dos gatos, fazer relatórios, etc, etc, etc…) e, consequentemente, o tempo livro não vai abundar, resolvi dedicar um mês a cada um dos livros desta série. Quero ler 0 ‘Em Busca do Tempo Perdido’ desde que a Tatiana Feltrin iniciou o projeto ‘Lendo Proust’ e achei que esta seria uma boa forma de não deixar passar mais um ano até ler estes livros.
Agosto – Vida e Destino (Vassili Grossman). Este livro é o sugerido pelo Yuri no Desafio Livrada! 2017 e é o único que me comprometo a ler… os restantes, inseridos nas categorias propostas, só lerei se me sobrar tempo, coisa que duvido.
Setembro – Guerra e Paz – 2º Volume (Lev Tolstoi). Comecei este romance o ano passado e não quero deixar passar taaanto tempo até o concluir.
Outubro – A Montanha Magica (Thomas Mann). Sim, vou arriscar tudo e subir esta montanha em Outubro… Veremos!
Novembro – O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha (Miguel de Cervantes). Li a 1ª parte em 2015 e está mais do que na hora de ganhar vergonha na cara e ler a continuação, certo?
Dezembro –  Madame Bovary (Gustave Flaubert). Porque sim, é um dos livros que tenho na estante há algum tempo (mais do que uma edição até!) e estou continuamente a protelar a leitura. De 2017 não pode passar.


E vocês? Que planos de leutura têm para 2017?
Contem-me tudo e não se esqueçam de deixar o vosso comentário!


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segunda-feira, 2 de janeiro de 2017

Desafios Literários de 2016 e um redondo #Fail!

Olá a todos!
Espero que se encontrem bem e que tenham tido um excelente Natal e passagem de ano!

2016 termina, motivando a realização de balanços sobre o ano decorrido, e convenhamos que, no que se refere a balanços sobre os desafios literários de 2016… deparo-me com um verdadeiro #Fail!

Em 2016, embarquei num novo desafio a nível pessoal (voltei a estudar!) e com isso, todo o meu tempo disponível para a leitura foi direcionado para as aulas, realização de trabalhos e estudo…
Isto, aliado aos projetos demasiado ambiciosos a que me propus, contribuíram para que não conseguisse, de todo, dar resposta aos mesmos.

Vamos lá, confirmar aquilo que vos digo!

Desafio Literário#1 – Aviando Calhamaços

Como o próprio nome indica, este desafio consistiu essencialmente em… aviar calhamaços, tijolos, ou o que lhe queiram chamar!
Aqueles livros com mais de 500 páginas que, por preguiça nossa, ainda não saíram da estante.
Escolhi apenas 6 livros, mas, como vão ver, não consegui ler nem um terço!

Guerra e Paz (Lev Tolstoi) – Li apenas o 1º volume ±
O Império dos Pardais (João Paulo Oliveira e Costa) Não li… O
A Montanha Mágica (Thomas Mann) Não li… O
A Vida num Sopro (José Rodrigues dos Santos) Nem cheguei perto… O
O Cemitério de Praga (Umberto Eco) – Li! P
Doutor Jivago (Boris Pasternak) Não Li! O

Desafio Literário#2 – Salta da Estante

Este desafio consistiu em ler 6 dos livros que estavam encostados na minha estante há bastante tempo… Mais uma vez, escolhi 6 livros, dos quais li… 1!

Cem Anos de Solidão (Gabriel García Márquez) Não Li! O
1984 (George Orwell) Não Li! O
A Laranja Mecânica (Anthony Burgess) Não Li! O
A Volta ao Mundo em 80 Dias (Júlio Verne) Li! P
A Solidão dos números Primos (Paolo Giordano) Não Li! O
Madame Bovary (Gustave Flaubert) Não Li! O

Desafio Literário#3 – Relendo Harry Potter

Um desafio com nome auto-explicativo. O objetivo seria reler os livros da saga (exceto o 1º, que li em 2015) e dos 6 restantes li… wait for it… 1!

Harry Potter e a Câmara dos Segredos Li! Apenas este! P
Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban Não Li! O
Harry Potter e o Cálice de Fogo Não Li! O
Harry Potter e a Ordem da Fénix Não Li! O
Harry Potter e o Príncipe Misterioso Não Li! O
Harry Potter e os Talismãs da Morte Não Li! O

Desafio Literário#4 –Desafio Livrada! 2016

Para quem não conhece, este desafio é promovido pelos Blog/Canal Livrada e consiste em ler livros que se insiram em 14 categorias (nas quais podemos escolher o livro) e ainda em ler um livro sugerido pelo Yuri, do Livrada.
Seguem então as categorias e as leituras realizadas (ou não!)

1 Um prémio Nobel Tinha-me proposto a ler Cem Anos de Solidão, de Gabriel García Márquez, mas acabei por ler Os Peixes também Sabem Cantar, do Nobel Islandês Halldór Laxness. Lido! P
2 Um livro Russo Para esta categoria propus-me a ler Guerra e Paz, de Lev Tolstoi e, como referido, li o 1º volume. ±
3 Um cânone da literatura ocidental Para este desafio planeava ler O Engenhoso Fidalgo Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes contudo, não passei nem perto. No entanto, li Cândido ou o Otimismo, de Voltaire, pelo que considero cumprido este desafio. P
4 Uma novela – Li o livro a que me propus inicialmente: A Sonata de Kreutzer, de Lev Tolstoi P
5 Um livro que não sabes por que tens A Solidão dos números Primos, de Paolo Giordano. Este livro estava também no desafio Salta da Estante e não… não li. O
6 Um autor do teu estado Como em Portugal não temos estados, resolvi ler um autor do meu distrito: o Porto. Assim, escolhi Eça de Queirós com o livro A Cidade e as Serras P
7 Um livro publicado por uma editora independente Inicialmente tinha escolhido Voss de Patrick White, publicado pela E-primatur. No entanto acabei por ler, pela mesma editora, Bambi: Uma Vida Nos Bosques, de Felix Salten P
8 Uma ficção histórica Tinha-me proposto a ler A Vida num Sopro, de José Rodrigues dos Santos, mas nem lhe peguei. O
9 Um livro maluco – 1Q84, de Haruki Murakami… Claro! O
10 Um livro que todo mundo já leu menos eu Orgulho e Preconceito, Jane Austen. Check! P
11 Um autor elogiado por um escritor de que gostas – Para esta categoria decidi ler História em Duas Cidades, de Charles Dickens (autor lido e apreciado por Tolstoi) e o desdafio foi cumprido. P
12 Um livro bobo/tontinho A Volta ao Mundo em 80 Dias, de Júlio Verne P
13 Um romance de formação Tinha-me proposto a ler A Laranja Mecânica, de Anthony Burgess, mas não consegui. O
14 Um livro esgotado Li 84, Charing Cross Road, de Helene Hanff P
15 Livro sugerido pelo Yuri O Yuri sugeriu a leitura de O Bom Soldado Svejk, de Jaroslav Hašek e eu, como boa menina que sou, li! P

Por fim,
Desafio Literário#5 – 36 Livros no Goodreads Reading Challenge

Desafiei-me a ler, em 2016, um total de 36 livros… e foi essa a meta atingida, nem mais, nem menos! Isto dá uma média de 3 livros por mês, contundo, sabendo que entre Setembro e meados de Dezembro, mal consegui pegar num livro… não está mal!

Balanços

Ora, somando a totalidade de livros inseridos em desafios, temos um total de 29 livros (lembrando que alguns são comuns a mais que um desafio) e desses li… 13,5! (Considero o Guerra e Paz meio lido, uma vez que só li o 1º volume).
Tendo lido um total de 36 livros… alguém me explica porque não completei os desafios??
Isto também acontece convosco?

Sabendo que ainda tenho uns bons meses de estudos à minha frente, irei certamente estabelecer metas bem mais contidas para 2017… incluindo apenas livros que quero mesmo ler antes de chegarmos a 2018…
A ver vamos!

E foi isto!
E vocês? Conseguiram atingir as metas a que se propuseram em 2016?
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