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terça-feira, 8 de setembro de 2015

Li // Uma Morte Súbita de J. K. Rowling

Publicado originalmente a 08 de Setembro de 2014

Olá a todos!
Espero que se encontrem bem!

Quem me conhece, sabe que adoro ler! Apesar de ter épocas em que leio mais e outras em que leio (bem) menos, os livros e a leitura sempre fizeram parte da minha vida e resolvi, por isso, começar a partilhar convosco esta minha paixão.

Assim, resolvi falar um bocadinho no meu mais recente livro terminado – Uma Morte Súbita – de J. K. Rowling.


A história passa-se em Pagford, uma pequena cidade (fictícia) no sul de Inglaterra e começa quando Barry Fairbrother – membro da Assembleia Comunitária e um elemento importante no desenvolvimento cidade – morre subitamente, aos quarenta e poucos anos.

A primeira parte do livro retrata o modo como se foi ‘espalhando a notícia’ da morte de Fairbrother e como os diversos núcleos familiares da cidade foram reagindo à notícia.

Aqui começamos a conhecer algumas das famílias envolvidas na história, e com as quais Barry mantinha algum tipo de relação: Os restantes Fairbrother (obviamente), os Wall, os Mollison, as Bawden, os Weedon, os Price e os Jawanda.

O início pode ser um pouco confuso (afinal, são muitas personagens) mas, ao longo do enredo vai se tornando muito fácil identificar cada um e perceber quem é quem.

Então, a morte de Barry Fairbrother deixa de vago um lugar na Assemlbeia Comunitária (Casual Vacancy – Vaga Casual) e, o lugar vago, torna-se catalisador de uma guerra complexa, onde os segredos dos diversos núcleos familiares vêm ao de cima. Começamos aqui a compreender as relações entre as diferentes personagens, o enredo intensifica-se e percebemos que a cidadezinha idílica não passa, afinal, de aparência.


Uma das coisas que me conquistou no livro foi o facto de os personagens estarem incrivelmente bem construídos e conseguirmos, ao longo do livro, identificar-nos com algumas das emoções sentidas pelos mesmos.

Ao longo do livro vão sendo abordados temas bem actuais como a corrupção, violência doméstica, abuso de drogas e bullying, afastando-nos de vez da ideia de que estamos ‘a ler uma história da autora de Harry Potter’.

O final desenrola-se rapidamente (o que não significa, de modo algum, que tenha sido apressado ou forçado) fazendo-nos querer saber o que acontece e como se resolvem os problemas de cada um. Só posso dizer que é um final tenso, e surpreendente.

Pontos negativos
Um dos aspectos que não apreciei muito neste livro está relacionado com a forma como se retratou a linguagem quer dos adolescentes quer das personagens residentes em Fields (a zona mais pobre da cidade).
O uso recorrente de calão e de contracções nas palavras acabou por me cansar um pouco, talvez por parecer algo forçado e até exagerado.
(Falo-vos, por exemplo, de escrever “Em qu’unidade é qe’ela ‘tá?” em vez de “Em que unidade é que ela está?”)
Ler diálogos inteiros, escritos neste formato, torna-se bastante cansativo (chato até!) e penso não serem relevantes para dar a entender que as personagens usam calão ou uma linguagem mais informal. Um ou outro ‘tá seriam suficientes.
Como não li a versão original, não sei se se trata de uma característica do próprio texto ou se está relacionado com a tradução.
A quem leu a versão original, por favor, esclareçam-me.

E foi isto!
De forma geral gostei deste livro e, como J. K. Rowling referiu, trata-se de ‘um grande romance sobre uma pequena comunidade’.
É um livro que vale a pena ser lido.

Agora contem-me, já tinham lido este livro? O que acharam?

Espero que tenham gostado do post!
Um grande Beijinho e até à próxima!



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